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Tufão que atingiu as Filipinas deixou mais de dez mil mortos, nove milhões de desabrigados e prejuízos materiais na ordem de US$ 14 bilhões. Obra de Deus, consequência do aquecimento global, ou experimento de uma nova arma de destruição em massa?


Foto aérea revela cenário de devastação apocalíptica após a passagem do Haiyan

Foto aérea revela cenário de devastação apocalíptica após a passagem do Haiyan

O tufão Haiyan, que atingiu as Filipinas no início da noite de sábado (9/11) foi sem dúvida uma das tempestades mais poderosas registradas na história. Com ventos de até 313 km/h e rajadas de 378 km/h, o tufão produziu ondas gigantescas, com mais de 40 metros de altura, que arrastaram tudo que encontraram pela frente, arrasando as províncias costeiras do leste de Leyte e Samar, seguindo depois para o oeste, varrendo seis ilhas centrais das Filipinas. Segundo Steven Godby, especialista em gestão de desastres na Nottingham Trent University, o tufão foi “provavelmente a tempestade mais intensa e mais forte deste tipo a atingir terra firme, num fenômeno quase sem precedentes”.

As consequências da passagem do Haiyan foram devastadoras. Cidades inteiras foram arrasadas, provocando a morte de mais de dez mil pessoas e cerca de 9 milhões de desabrigados, que agora enfrentam os riscos de infecções ligadas à falta de saneamento e água potável. Os prejuízos materiais foram inicialmente estimados em US$ 14 bilhões.

Mas o que poderia ter criado uma tempestade dessa magnitude? Especialistas reunidos em Varsóvia, Polônia, para a 19a Conferência das Partes da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-19), tem discutido sobre o efeito do aquecimento global nas mudanças climáticas em eventos extremos. De fato, a formação de supertempestades como o Haiyan necessita da conjunção uma série de fatores, que estão sendo observados com mais frequência hoje do que a cem anos atrás. Mas um deles chama mais atenção, que é a presença de águas quentes (cerca de 30 graus Celsius) em profundidades de até 100 metros, uma anomalia possivelmente causada pelo aquecimento global, que faz parte de um aquecimento geral dos oceanos.

O mecanismo é complexo, mas não difícil de entender. Existe uma visceral relação entre a temperatura da superfície do mar e os furacões. Os ciclones tropicais se formam em razão do deslocamento, para cima, de grandes massas de ar quente e muito desse calor vem da superfície do mar. Se a superfície do oceano estiver abaixo de 28 graus C, a formação de furacões é muito improvável; acima dessa temperatura, é grande a chance de se formarem. Mares mais quentes produzem tempestades maiores e mais fortes, e como a tempestade passa sobre o oceano, a temperatura das águas mais profundas tem uma forte influência sobre sua intensidade e força. À medida que a tempestade se move sobre o mar, águas mais profundas (e normalmente mais frias) são trazidas à superfície, agindo como um “refrigerador” que neutraliza ou limita a força da tempestade. Quando porém estas águas profundas estão igualmente aquecidas, a tempestade ganha mais força, uma vez que o calor existente na superfície do mar não é dissipado. Esse foi o mecanismo que gerou o Haiyan, do mesmo modo que deu origem ao Katrina, em agosto de 2005, como mencionou um relatório da NOAA (National Oceanic & Atmospheric Administration) sobre o fenômeno: “Uma série de fatores contribuíram para tornar o Katrina um forte furacão de categoria 5 (…) as temperaturas da superfície do mar (TSM) no Golfo do México foram 1-2 graus Celsius acima do normal (…) e as temperaturas quentes se estenderam a uma profundidade considerável através da camada superior do oceano. Além disso, o Katrina cruzou a “corrente do circuito” (cinturão de água ainda mais quente), durante os quais uma explosiva intensificação ocorreu. A temperatura da superfície do oceano é um elemento crítico na formação e força dos furacões”.  (http://www.ncdc.noaa.gov/oa/reports/tech-report-200501z.pdf)

O mapa abaixo confirma a teoria, ao demonstrar como as águas profundas (até 100 metros) estavam muito aquecidas, fornecendo uma fonte de calor adicional para a formação de um “super-tufão”. O oceano a leste das Filipinas é normalmente quente o suficiente para formar tufões, mas note que a faixa de leste a oeste (em vermelho) indica a presença de águas profundas vários graus mais quente do que normalmente se encontram, .

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Para alguns, furacões como o Hayian e o Katrina, ou terremotos como o que devastou o Haiti, são obras de Deus, diante das quais nada pode fazer o homem. Para muitos outros, catástrofes naturais são os “efeitos colaterais” da ação irresponsável do homem com o meio-ambiente, causando fenômenos como o aquecimento global. Mas pode ser pior, muito pior, se as catástrofes naturais estiverem sendo deliberadamente provocadas pelo homem, efeitos desejados de uma nova geração de armas com um poder de destruição tão grande quanto ao de dezenas de bombas termonucleares, mas sem os efeitos colaterais da radiação: as armas geofísicas!

Desde o final da década de 1940 estudos científicos em torno do uso de diferentes tecnologias para o controle do clima vem sendo conduzidos pela geo-engenharia em várias partes do mundo. De aplicações agrícolas a simples curiosidades, inúmeras patentes foram concedidas a processos criados pelo homem, de inventos capazes de fazer chover, causar inundações, evitar chuvas, causar secas, dissipar nevoeiros, criar e direcionar tempestades, entre outros. Hoje, de acordo com o Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR), em Colorado, existem em todo o mundo mais de 150 programas de modificações climáticas ocorrendo em 37 países, a maioria delas apoiadas pelo Estado.

Na China, cerca de 560 mil manipulações do tempo têm sido realizados desde 2002 utilizando aviões, foguetes e projéteis que transportam gelo seco ou partículas de iodeto de prata para estimular a precipitação, resultando com a liberação de 490 bilhões de toneladas de chuva e economizando cerca de US $ 10,4 bilhões em perdas econômicas . Em fevereiro de 2009, os chineses conseguiram induzir artificialmente a queda de neve, depois de quatro meses de seca. (C. Manjaro, “China to increase weather modification program” May 2012). O Programa de Engenharia Meteorológica da China é hoje o maior do mundo, contando com mais de 1.500 especialistas em modificações climáticas, que tem à disposição trinta aeronaves e suas tripulações, bem como 7.000 armas antiaéreas e 5.000 lançadores de foguetes para bombardear as nuvens.

Em 2010, cientistas que trabalham para o governo de Abu Dhabi criaram mais de 50 tempestades em Al Ain, durante o pico de meses de verão do emirado utilizando ionizadores gigantes para criar partículas carregadas que atuaram como núcleos de moléculas de vapor de água formando nuvens de chuva. O projeto foi monitorado pelo Instituto Max Planck de Meteorologia, especializado no estudo da física atmosférica. (Karen Leigh, “Abu Dhabi-backed scientists create rainstorms in $11 million project,” January, 2011)

Embora o uso civil e econômico seja o aspecto mais visível destes programas de modificação climática, o fato é que grande parte das pesquisas em geo-engenharia tem sido desenvolvidas para fins militares. E nesse meio, dois projetos, um desenvolvido pela Russia e outro pelos EUA merecem especial destaque, até porque se utilizam de um princípio comum, que é a manipulação da ionosfera. O projeto russo, chamado de SURA – Ionospheric Heating Facility, começou a operar em 1981 e está localizado em Vasilsursk. Foi fechado em 1991 com a dissolução da URSS, mas reaberto em meados de 2001, funcionando normalmente até hoje. É oficialmente um centro de estudos do comportamento da ionosfera terrestre e do efeito da geração da emissão de baixa frequência sobre a modulação ionosferica.

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Instalações do HAARP, em Gokoma, no Alaska, EUA.

O projeto americano é chamado de HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program, ou Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência), e está instalado na cidade de Gokoma, no Alaska. Começou a funcionar em 1993 e oficialmente tem por finalidade a realização de estudos para ampliar o conhecimento sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera objetivando a melhoria do funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares. 

Ambos os projetos utilizam-se de antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial. Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida podem ter suas temperaturas elevadas em vários graus centígrados. E é aí que os “projetos de investigação científica e acadêmicos” transformam-se em poderosas armas de destruição em massa.

Como não sou físico e nem tenho conhecimento específico para tanto, recorro aos estudos do Dr. Nick Begich, Jr., presidente da Federação dos Professores do Alasca e do Conselho Anchorage de Educação,  que em sua obra “Angels Don’t Play This HAARP” explica a ideia que está por trás do Controle do Clima. Segundo Begich, “as torres de transmissão de energia do HAARP foram desenvolvidas para projetar mais de 1.7 GW (gigawatts) de energia radiada na ionosfera — a camada eletricamente carregada que está acima da atmosfera da Terra. Após aquecer e interferir com a ionosfera, as radiações são refletidas de volta para a Terra, formando longas ondas que penetram em nossos corpos, no solo e nos oceanos.” (Angels Don’t Play This HAARP”, pg 8)

As torres de transmissão de energia do HAARP foram desenvolvidas para projetar mais de 1.7 GW (gigawatts) de energia radiada na ionosfera.

Assim, “o invento propicia a capacidade de colocar quantidades sem precedentes de energia na atmosfera da Terra em locais estratégicos e manter o nível de injeção, de uma maneira muito precisa e controlada” (op.cit.pg 28), de modo que sejam refletidas de volta exatamente onde os cientistas querem que ela caia, podendo criar o tipo de desastre ou condição climática que desejarem. Em resumo, esse é o núcleo do conhecimento adquirido recentemente para controlar o clima. Derramando energia na medida que foi focada em certas partes da ionosfera, os cientistas podem criar todos os tipos de tempestades, como furacões, chuvas fortes, inundações, tornados e seca.

Segundo o Prof. Michel Chossudovsky, presidente e diretor do Centre for Research on Globalization, “o importante debate sobre o aquecimento global auspiciado pelas Nações Unidas só oferecem uma imagem parcial das mudanças climáticas. A parte dos devastadores efeitos das emissões dos gases de efeito “estufa” na camada de ozônio, agora se pode modificar o clima do planeta como parte de uma nova geração de armas. Tanto os EUA quanto os russos desenvolveram habilidades para manipular o clima mundial. Nos EUA, o Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência (HAARP) aperfeiçoou a tecnologia como parte da “Guerra nas Estrelas” – Iniciativa de Defesa Estratégica (SDI). Provas científicas recentes revelam que a HAARP está em total funcionamento e tem a capacidade de provocar possíveis inundações, secas, furacões e terremotos. Do ponto de vista militar, a HAARP é uma arma de destruição em massa. Potencialmente, constitui um instrumento de conquista capaz de desestabilizar sistemas agrícolas e ecológicos de regiões inteiras de uma maneira seletiva”.

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Geradores de energia do HAARP

Também a Dra. Rosalie Bertell, renomada cientista norte-americana, ativista ambiental, e perita internacional em radiação, afirmou, em 2000, que os EUA estariam utilizando os sistemas climáticos como uma arma potencial, estando entre os métodos o aumento da intensidade das tormentas e o desvio de rios de vapor na atmosfera do planeta com o objetivo de provocar secas ou inundações (The Times, Londres, novembro de 2000). No mesmo ano a Dra. Bertell, havia publicado o livro “Planet Earth: The Latest Weapon of War”, que documentou as agendas militares em torno das novas gerações de super-armas, como o HAARP. Segundo ela, por muitas décadas os militares tem realizado secretamente inúmeras experiências, incluindo várias explosões nucleares de alto nível, que podem perturbar as camadas fundamentais da atmosfera que nos protege contra a radiação solar letal.Dra. Bertell, falecida em 21012, acreditava que tais experiências já teriam contribuído para terremotos e as condições meteorológicas “malucas” que temos observado nos últimos anos. 

Não há dúvida de que as técnicas de modificação ambiental para uso militar constitui a derradeira arma de destruição em massa, hoje possível graças aos avanços tecnológicos obtidos desde a segunda metade do século XX. 

É fato inquestionável que a tecnologia para controle do clima já existe, seus processos são conhecidos e existe efetivamente a intenção de utilizá-los como arma de guerra. Já nos anos setenta, o ex-assessor de Segurança Nacional Zbigniew Brzezinski havia previsto em seu livro “Beetween two ages” que: “A tecnologia colocará à disposição dos líderes das principais nações, técnicas para levar a cabo uma guerra secreta, da qual deverá avaliar um mínimo número de forças de segurança (…) As técnicas de modificação puderam empregar-se para provocar largos períodos de secas ou de tormentas”.

Marc Filterman, ex-oficial militar francês esboça vários tipos de “armas não convencionais” que utilizam frequências de rádio. Refere-se a “guerra climática” e indica que os EUA e a URSS já haviam “acumulado os conhecimentos especializados necessários para desencadear repentinas mudanças climáticas, furacões, secas, em princípio da década de 80”. (Intelligence Newsletter, dezembro de 1999). 

Documentos militares dos EUA indicam que o objetivo da HAARP é “explorar a ionosfera para fins do Departamento de Defesa”. Sem citar o programa HAARP explicitamente, um Estudo da Forca Aérea dos EUA se refere ao uso de “modificações ionosféricas induzidas” como um meio de alterar os regimes meteorológicos assim como de afetar as comunicações e o radar inimigo. “A modificação do clima formará parte da segurança doméstica e internacional e poderá ser usada unilateralmente. A habilidade para gerar precipitações, neve, tormentas ou modificar o espaço exterior (…) ou a produção de climas artificiais, tudo isso constitui parte de um conjunto de tecnologias que podem incrementar o conhecimento tecnológico, a riqueza e o poder dos Estados Unidos para degradar a seus adversários” (US Air Force, enfasis added. Air University of the Use Air Force, AF 2025 final report).

Em 2002, o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados. 

Em 1997, o ex-secretário de Defesa dos EUA, William Cohen, falando na Universidade da Geórgia, alertou que os EUA deveriam se precaver contra “armas não convencionais, (…) visto que terroristas desenvolvem armas químicas, biológicas e métodos eletromagnéticos que podem criar buracos na camada de ozônio ou provocar terremotos ou vulcões”. Ele estava certo! Os terroristas da Casa Branca e do Pentágono já estão de posse plena de tais armas e agora as estão usando para artificialmente modificar o tempo em seu próprio benefício, enquanto arrasa o meio ambiente. 

Se o tufão Haiyan foi um experimento com uma destas armas geofísicas, ou se outras grandes catástrofes registradas nas últimas décadas foram frutos da utilização desta nova geração de armas, como denunciam as vozes de cientistas renomados, talvez estas informações ainda permaneçam em segredo por algum tempo, até que sejam vazadas como quando informações confidenciais dos programas de vigilância eletrônica dos governos dos Estados Unidos e Reino Unido foram tornados públicos pelo ex-analista de sistemas da CIA Edward Snowden.

Mas não deixe que o ceticismo o torne cego diante de tantas evidências. Nesse momento, o Brasil pode estar sendo alvo destas armas geo-físicas. Hoje, quase 50% das exportações brasileiras estão relacionadas a commodities que dependem diretamente do clima para serem produzidos, tais como a soja e seus derivados, açúcar, café em grão e carne de frango e bovinos. Isso sem falar no petróleo extraído em águas profundas. Problemas climáticos – secas e inundações – e tempestades inesperadas em nossos campos de exploração de petróleo simplesmente tem o condão de paralisar nossa economia em qualquer momento. Não custa ficar de olhos bem abertos!

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Um comentário sobre “Tufão que atingiu as Filipinas deixou mais de dez mil mortos, nove milhões de desabrigados e prejuízos materiais na ordem de US$ 14 bilhões. Obra de Deus, consequência do aquecimento global, ou experimento de uma nova arma de destruição em massa?

  1. Postei as fotos no Facebook em 16/11/2013, com a seguinte descrição: “As fotos abaixo foram postadas no Twitter por moradores de Riyadh, capital da Arábia Saudita, local de clima quente e árido, onde o volume de chuva para todo o mês de novembro não passa de 5mm/m2. Ontem, uma forte chuva de 2 horas causou os problemas retratados nas fotos, com inundações em várias partes da cidade. Mais um teste do HAARP?”
    (https://www.facebook.com/photo.php?fbid=572980312773660&set=pcb.572990509439307&type=1&theater)

    Publicado por mkninomiya | 2013/11/17, 07:55

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