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Oriente Médio, Política Internacional

Israel rejeita Resolução da ONU e expande assentamentos


A construção de 3.000 novos assentamentos judaicos em territórios ocupados e a retenção do repasse de US$ 120 milhões em impostos à ANP foram as respostas do governo sionista de Israel à vontade da comunidade internacional, quando em votação histórica elevou o status da Palestina à condição de “Estado Observador”, reconhecendo o direito de seu povo à auto-determinação, e um Estado Palestino independente, soberano, contíguo e viável, “nas fronteiras de 1967”.

A atitude do governo israelense, que rejeitou formalmente a Resolução da ONU, é mais uma indicação de que o Estado sionista não está de maneira nenhuma enganjado na busca por uma solução pacífica e negociada para a chamada “Questão Palestina”. Na verdade, é a repetição do que se tem observado ao longo das últimas décadas: um contínuo processo de ocupação ilegal, entremeado por conflitos sangrentos e negociações de paz infrutíferas, que só têm servido para dar tempo à Israel consolidar, através de uma política de “fatos consumados” a total inviabilização de um Estado Palestino.

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