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Isso é o Brasil

Cai na real! O Brasil que decepcionou nas Olimpíadas é o Brasil do Mensalão


O decepcionante desempenho do Brasil nas Olimpíadas foi mais uma das consequências – desta vez no campo esportivo – do “projeto de poder” implantado no governo petista do Lula, que produziu, nas palavras do Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, o mais escandaloso caso de corrupção flagrado no Brasil.

Mas o que o Mensalão tem a ver com as Olimpíadas?

Tudo! E se você acompanhar meus argumentos, verá que o mesmo comportamento imoral e criminoso dos acusados no Mensalão é o responsável pelo fracasso nos Esportes, como também o é noutras esferas da Administração Pública: a corrupção, “mazela desgraçada e insistentemente epidêmica no Brasil”, como disse Gurgel.

Segundo o Governo Federal, “nunca na história deste país” se investiu tanto no esporte de alto rendimento: R$ 1,76 bilhão entre 2009 e 2012, seis vezes mais do que havia sido aplicado no período de 2001 a 2004. Mas os resultados não espelharam o suposto esforço: nossa atual equipe olímpica não superou a marca de Atenas (2004), quando ganhamos cinco medalhas de ouro contra três em 2012, terminando em 16° lugar no quadro geral de medalhas – este ano o Brasil ficou em 22°.

Só para efeito comparativo, o investimento da Grã-Bretanha no ciclo olímpico e paraolímpico entre 2009 e 2012 foi de R$ 834 milhões (254 milhões de libras), pouco menos da metade gasto pelo Brasil, mas o resultado foi espetacular: de um total de 65 medalhas, foram 29 de ouro, o que assegurou ao país o terceiro lugar, atrás apenas das superpotências esportivas, EUA e China, e a frente da Rússia.

Mas onde está a diferença? Está evidentemente no destino tomado pelos recursos disponibilizados. No Brasil, quanto destes recursos foram desviados pelo ralo da corrupção? Quanto destes recursos não foram simplesmente desperdiçados, para atender às demandas da classe política? Quanto desses recursos foram geridos de forma negligente ou até mesmo criminosa? Eis a resposta para o primeiro questionamento.

A verdade é que nunca na história deste país houve um Governo tão corrupto quanto o Governo petista do Lula e após o julgamento do Mensalão será desta forma que ele será lembrado na História.

O fracasso olímpico é apenas mais uma consequência do modelo de gestão desenvolvido, alimentado e reproduzido pelo PT desde que chegou ao poder. Só para que ninguém se esqueça, lembro que em menos de um ano de Governo Dilma, seis ministros foram afastados de seus cargos em virtude de denúncias de corrupção, entre eles Orlando Silva, que entre 2006 e 2011 foi Ministro dos Esportes e deixou o cargo depois de acusado de comandar um esquema milionário de desvio de dinheiro público através de convênios do ministério com ONG´s de fachada.

Como já havíamos afirmado em outro artigo (https://mkninomiya.wordpress.com/2011/09/06/corrupcao/), existe uma visceral relação entre a corrupção e o subdesenvolvimento, uma vez que os agentes de corrupção impedem o pleno desenvolvimento econômico criando fortes distorções e deficiências no mercado, porque que o custo oportunidade (termo usado em economia para indicar o custo de algo em termos de uma oportunidade renunciada) do capital extraído para a corrupção é infinito, em razão de que não existe nenhum ganho alternativo para a sociedade como um todo com sua transferência para os grupos de agentes de corrupção. Isso explica porque a evolução dos resultados nas Olimpíadas não correspondeu ao crescimento nominal das verbas  destinadas ao ciclo olímpico de 2009 a 2012.

Dessa forma, não devemos esperar muito em 2016, porque pelo menos até 2014 estaremos sob a égide de um Governo que se fundamenta na mentira, na corrupção e na imoralidade. Mas um primeiro grande passo pode ser dado neste momento pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal: se a Corte suprema declarar culpados – como de fato o são – os mensaleiros do PT, reconhecido estará o verdadeiro caráter do “projeto de poder” engendrado pelo Lula e sua quadrilha, que está instalada no Palácio do Planalto desde 2003.

O segundo passo cabe a cada um de nós, rejeitando nas urnas políticos desta estirpe. Devemos dizer um sonoro NÃO aos candidatos alinhados com este “projeto”; devemos dizer um sonoro NÃO à mentira e aos delírios etílicos próprios de um ex-presidente cachaceiro inveterado e agora comprovadamente chefe de uma quadrilha de corruptos, cuja responsabilidade – embora não questionada pelo Supremo em razão de manobras políticas à época das denúncias – não pode ser negada, conforme muito bem colocou o Dr. Luiz Francisco Barbosa, advogado do mensaleiro Roberto Jefferson:

– “Lula era um pateta? Tudo acontecendo sob suas barbas e nada? É claro que não. E não só sabia como ordenou o encadeamento disso tudo”

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